Páginas

terça-feira, 20 de março de 2012

Ele: amo-te.
Ela:...
Ele: ouviste-me? amo-te.
Ela: pois.
Ele: duvidas?
Ela: duvido.
Ele: porquê?
Ela: porque não estás atento ao que eu realmente dou importância.
... and one of a kind.
Hoje na conservatória do registo civil descobri que sou artigo único em termos de nome na nossa santa terrinha (e vá, só não digo no mundo todo porque tenho sempre a fantasia que os brasileiros durante o 9 meses que esperam rebento procuram no mundo todo nomes pouco frequentes e conjugam-nos aleatoriamente!). 
E não precisei de me chamar Lyani Viiktória.

Inspirações facebookianas #6

Porque hoje é dia 20 :) #4

segunda-feira, 19 de março de 2012

No andar de cima #4

Ora bem, não é propriamente para falar dos vizinhos de cima, mas não ia pôr-me a abrir outra rubrica para a vizinha do lado. Digamos que a partir de hoje este andar de cima refere-se a todo e qualquer andar deste prédio. Garagem incluída.
Adiante.
Não estava habituada a ter vizinha aqui no direito. Pelo menos não deste lado das traseiras. Já temos, portanto, vizinhos do terraço do lado. Não sei se vai ser bom. Aguardemos. Não tenho paciência para vizinhos que gostam do S. João e convidam uma irmandade para a sardinhada, tudo aos gritos e cheio de risadas, com foguetório à meia-noite. Não só porque me põe a gata histérica, perdida de medo e a procurar o mais recôndito esconderijo da casa, mas porque me põe a mim histérica e sem dormir. E eu fico insuportável quando me acordam assim à bruta com foguetes e alta música.
Mas porque estou inquieta com a hipótese de patuscadas no terraço? Porque quando estou em trânsito no hall do prédio para entrar ou sair da minha cabanita e se estamos próximos das horas das refeições, só me cheira a fritos. Logo, é pessoal para gostar de gordura. E daquela cujo cheiro se entranha no corpo, na pele e nem mil banhos em loções arrancam de nós porque se entranharam ferozmente nos pêlos do nariz! 
Ou seja, cheira-me que é gente azeiteira.
Desde que não ponham os Anjos em altos gritos ao sábado de manhã enquanto limpam a casa... já me dou por feliz.
Estão em fase de estudo, mas se estes cheiros se prolongarem sou menina para lhes deixar um ambientador ou uma vela de cheiro daquelas do IKEA na caixa do correio, com umas instruções (tipo, ligarem o exaustor, cozinharem com a porta da cozinha fechada e a janela bem aberta... e não deixarem queimar o óleo).

Pirosices #3

Armar-se ao pingarelho.
Ser bazófias.
Pôr-se em pontas para aparecer.


É piroseira ao mais alto nível. Mesmo.

Dilemas de uma doméstica à força #2

Desde que sou uma doméstica à força que o sou, ainda assim, em part-time.
Sinto-me como naquela música do Chico Buarque "O nosso amor é tão bom, o horário é que nunca combina;Eu sou funcionário, ela é dançarina, quando pego o ponto ela termina". Saio quando o rapaz chega na maior parte das vezes. Daqui a nada lá vou eu dar umas consultinhas que a vida está cara e a crise aperta e consultas privadas só rendem em horário pós-laboral. 
Acontece é que o horário pós-laboral é o próprio do meu horário laboral.
Tem coisas boas. Serviços, compras, ginástica, tudo em horário funcional.
Mas depois tem coisas como preparar o jantar!
E neste momento o dilema é: deixo os ingredientes todos na bimby para a sopa ou penso nisso depois?
Já por causa das coisas vou fazer uma caesar salada (uma nova especialidade cá da je). Mas tem que ir com um cremezito de feijão e agrião para Mr. Mesmico ficar mais compostinho.
O dilema resolvia-se rápido: mandava Mr. Mesmico para a cozinha adiantar a coisa. Mas... é melhor esquecer! A essa hora ele gosta de estar no seu private moment com a Paula Susana (é assim que eu me refiro à PS3... fui eu que a dei, eu posso baptizar! E aliás, fui eu que a dei, portanto bem feita Mesmica para aprenderes a não dares coisas dessas a um ser cujo genótipo tem um Y.).
Enfim, sobra-me a música:

E foi num dia 2 de Abril que me tornei a pessoa mais importante do mundo para ele...

Não quero ser chatinha e previsível e essas coisas e pôr-me aqui a falar do meu Pai como se não houvesse amanhã, do quanto gosto dele e do quanto agradecida estou por ele ter-me ajudado a ser a pessoa que sou hoje. Ele sabe isso. Mais do que qualquer outra pessoa no mundo.
Mas só vos digo isto: 
Amor de Pai é criar um diário desde o dia que nascemos até cerca dos nossos 8/ 10 anos, em que vai escrevendo vivências, experiências, sentimentos meus e de outros que junto de mim estavam.
Amor de Pai é resgatar-nos a memória dos dias pós-parto no enlevo com a figura materna.
Amor de Pai é escrever palavras duras e tristes quando pensava que me estava prestes a perder pouco menos de um mês de ter nascido; e escrever palavras de esperança e de amor quando eu melhorava no berço do hospital.
Amor de Pai é amar incondicionalmente uma filha que nunca pretendeu ter.


O amor de Filha é revisitar esse diário algumas vezes, e emocionar-me, entristecer-me e alegrar-me com aquela que fui e sou aos olhos do meu Pai: a melhor filha do mundo, mesmo sabendo que muitas vezes não o serei. 
E este é o maior dos amores, é sermos os melhores para determinada pessoa, mesmo sabendo nós que não o somos...

domingo, 18 de março de 2012

Touchè #4

O que arde cura. O que aperta segura.

Já não conseguiria viver sem ele

Acorda-me.
Diz-me a temperatura que está lá fora e se chove ou faz sol.
Relembra-me prazos de contas para pagar, de aniversários de pessoas próximas e menos próximas, "marca-me" consultas.
Faz-me contas das consultas que dou na privada para passar os ditos recibos veres no final do mês.
Abre-me mails, permite-me responder e enviar.
Faz-me treinar powerpoints enquanto tomo um café, apanho o metro ou aguardo pela minha vez de "botar faladura".
Permite-me emendar relatórios e envia-mos para a impressora de casa apenas com um pequena palavrinha passe.
De quando em vez permite-me um intervalinho enquanto faço uma "sopa de letras" ou um "sudoku" para exercitar o neurónio da atenção e concentração.
Acompanha-me nas viagens de carro ou de metro, dando as minhas músicas aos meus próprios ouvidos.
Ainda me permite fotografar e fazer chamadas. 
Sim, estou apaixonadíssima pelo meu Galaxy e jamais o trocaria por um badameco qualquer da apple armado ao pingarelho. 
Tenho dito.

sábado, 17 de março de 2012

No supermercado #5

Filho: posso levar estes iogurtes pai?
Pai: são os que costumas comer em casa da mãe?
Filho: não. são diferentes.
Pai: mas podes levar o que gostas... os que comes em casa da mãe.
Filho: eu quando estou em casa da mãe gosto de uns e na tua gosto de outros.
Pai: ã? Como?
Filho: É assim, se vocês não estão juntos porque gostam de coisas diferentes, eu também tenho o direito de querer e gostar de coisas diferentes quando estou com um ou com o outro.

No andar de cima #3

Antevê-se noite gloriosa.
Já se cantaram os parabéns.
Os saltos altos multiplicam-se.
Grita-se.
Daqui a nada são os uivos dos putos e a cavalgada das valquírias em fast  motion por toda a casa.
Primeiro vou ver um dos inúmeros filmes guardados na box da tv. Em alto som.
Depois sou gaja para ir buscar uns auscultadores ou uns tampões para os ouvidos. A ver.

PlayList #21

sexta-feira, 16 de março de 2012

Diz que...

...  o Bruno Nogueira anda com uma tal de Ana Rita Clara.
Não sabia quem ela era.
Googlei e depois achei que a cara não me era estranha.
Mas não gostei. Da ideia de casal. Melhor, dela ser o elemento feminino deste casal.
Mas eu não tenho nada com isso.
Whatever.
Só não tenho como ocupar o tempo e as noites começam a angustiar-me por causa das insónias.

Olha, é a minha cara! #10










Agora, agora #3

Vou ginasticar, à falta de melhor para fazer.
Gostei
Vi 3 episódios de uma assentada.
Tinha saudades das séries de época inglesas.
Adoro as intrigas da trupe de empregados e as alianças entre eles e entre estes e os patrões.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Aquele estranho momento...

... em que cantarolando enquanto cozinhava, o meu silêncio interpretativo quando termino a palavra "stop" (da frase "And each time I do, just the thought of you makes me stop... before I begin" do Y've got you under my skin, versão melódica do Sinatra) coincide com o apitar da bimby a informar que acabara o tempo de cozedura da batata para o puré.

Agora, agora #2

Vou ver o episódio nº 1 de Downton Abbey e ver se é tudo aquilo que já li por esta net "afora".

Blogosfera

Há um nicho de blogs populares.
Para todos os gostos: diários e pessoais, fashion, de aconselhamento (LOL), tudo e mais alguma coisa. Há também os que não são carne nem peixe e apenas wannabe qualquer coisa que nem eles sabem o quê, mas que querem é ser lidos. Há os que são produtos autênticos, que "vendem" produtos e são veículos de propaganda (baaaaaaaaaaah!) a troco de uns perfumes, bugigangas, vernizes, whatever. E há também os haters, os que vivem porque dizem mal dos que não gostam. 
Alguns destes blogs ditos pop eu até sigo e acho alguma piada em alguns momentos. Mas tem dias, admito.
O que me incomoda mesmo mesmo mesmo é o nicho de promiscuidade que existe entre esses blogs pop. Ou melhor, as citações, os reenvios de uns para os outros, os posts com comentários aos posts dos outros. E depois parece que está tudo a falar da mesma coisa e um assunto saído de um qualquer post ambíguo, ou descomprometido, ou parvo, ou tosco, ou meramente narcísico torna-se o assunto principal da blogosfera para essa ilha de bloggers e seus seguidores. Eh pá isso a mim cansa-me. Porque os assuntos são quase sempre, de facto, ambíguos, parvos, toscos ou narcísicos.

Já está

O que eu previra aqui em relação ao vizinho cujo envelope da PT eu abri, foi muito mais calmo.
Eu: Desculpe, mas o Sr. chama-se B...?
Vizinho: Sim, sou eu.
Eu: Ah então eu tenho uma carta da PT dirigida a si em meu poder. Tem de ter em atenção porque na morada está de facto "r/c direito" e não "esquerdo" que é o seu lado... 
Vizinho: Hummm... Pois, tenho de tratar disso.
Eu: Eu vou buscá-la a casa mas queria pedir-lhe já imensa desculpa porque abri o envelope sem querer, uma vez que li o primeiro nome e julguei tratar-se da minha conta porque o meu marido tem o mesmo nome.
Vizinho: Não faz mal! Ei, na boa...sem stresses!... Obrigadinha!


(ou sou eu estou a ficar velha ou ele de adolescente guna só tem mesmo a linguagem)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Agora, agora #1

... vou ali formar pueblo e já volto.
Olhando para a cama parece-me bem mais apelativa.
Mas este não é um dilema de uma dona de casa à força.
É mesmo a porra da ética profissional!!

terça-feira, 13 de março de 2012

Post Nostalgia #6

Tenho saudades da idade da inocência.
Daquela idade em que estamos mais perto de Deus.
Daquela idade em que os papões desapareciam quando a mãe ou o pai ficavam junto a nós.
Daquela idade em que o choro se acalmava num colo.
Daquela idade em que temos o percurso todo pela frente mas nem pensamos nisso, apenas sentimos a existência do momento.

Damn it #12

A doença.
O espectro da morte.
A falta de fé.
Um coração vazio.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Não me mandem cartas

Estou farta do carteiro da zona.
Ainda hoje estou à espera da factura de Janeiro da luz. Só não se me escapou porque me lembrei no fim desse mês que a "conta" da luz ainda não tinha vindo e liguei para eles que me deram as referências para pagamento e me disseram que era o último dia. Avisadamente lá me inscrevi na edp online para não ser atraiçoada novamente.
Há dias fui ao correio e tinha um envelope da PT. Olhei e vi escrito o primeiro nome de Mr. Mesmico e vai de abrir a dita. Quando vi que tinha havido uma instalação de MEO Fibra achei estranho. Olhei melhor e não era o resto do nome de Mr. Mesmico (nem me lembrei que na PT sou eu a cliente). Ups, abri correspondência do vizinho (espero que não seja aquele com ar de segurança do by nignt bronco como tudo que responde aos "bom dia", "boa tarde" ou "boa noite" com um "boas!").
Depois há o cinzeiro do hall do prédio que serve literalmente como depósito de correspondência. Ou seja, é lá que vão parar todas as missivas que vão ter às caixas de correio erradas. E são muitas. Já está lá há semanas uma carta do Hospital Pedro Hispano. Ninguém pegou naquilo. Mas não estava de certeza na caixa correcta.
Hoje o condomínio esteve a colocar novas placas com os andares respectivos. Letra grande, numa chapa bem resistente. Cheira-me que tem a ver com isso. Mas acho que não vai resolver. A menos que o carteiro seja vesgo.

No andar de cima #2

De vez em quando alguém dos andares de cima deixa cair qualquer coisa aqui no terraço. Roupa principalmente: panos do pó, camisolas interiores, fronhas.
Quando são as senhoras da limpeza que deixam cair vêm cá pedir "se não se importam e peço imensa desculpa pelo incómodo, obrigadinha".
Quando são as donas das casas ninguém cá aparece.
Resumindo: tenho vizinhas de cima snobs e anti-sociais e que devem ser jeitosas como patroas.

sábado, 10 de março de 2012

sexta-feira, 9 de março de 2012

Mesmica foi à baixa #2

Calor. Dia de Verão. 
O carro ficou no parque da ex-praça de Lisboa e depois é sempre a descer até aos Loios para ver tecidos. E voltar a subir a Cedofeita. E voltar a descer até aos Aliados e subir de novo ao Bolhão. Continuar por Santa Catarina, subir até perto do Coliseu e voltar a descer até ao Rivoli.Subir pelo Guarany e passar pelo Aviz. Meter pela rua do Clube 3 C e voltar ao parque para abalar para a zona do Cristo Rei, lá para a Marechal!
Isto tudo para dizer: "Porra, estou cansada!"
Mas devo acrescentar: "Mas soube tão bem!", então com a companhia que tive foi ouro sobre azul. 
São estes os pequenos prazeres da vida :)

quinta-feira, 8 de março de 2012

Perdições #5

Relógios de homem.
Amo.

Apanha que é ladrão!

Roubaram as nossas bicicletas. A minha e a de Mr. Mesmico.
Estou inconsolável porque hoje, depois da queda aparatosa que tive há ano e meio, ia dar-lhe uso.
Ainda estou para saber como entraram na arrecadação do condomínio (sem estroncamento da porta) e as levaram... Às duas!!!
Patéticos os dias mundiais de seja o que for que não sejam de doenças (pela informação, pela passagem de testemunhos e pela angariação de verbas para o estudo e tratamento das mesmas). E que eu saiba o ser mulher não é uma doença.
Portanto, vamos lá acabar com estas coisas pacóvias, ok?
Hoje é apenas dia 8 de Março.

quarta-feira, 7 de março de 2012

PlayList #19

Post nostalgia #5

"Penso muitas vezes no futuro. Não naquele imediato do que vou fazer no dia a seguir, ou mesmo qual a faculdade para a qual irei para o ano. Mas daquele lá mais longínquo. Não sei bem porquê. Como se se conseguisse saber quem serei no futuro pudesse ainda mudar o presente.
Daqui a 20 anos como estarei? Onde estarei? Que profissão terei? Tudo perguntas sem resposta agora. Será que estas questões perdurarão 20 anos e quando olhar para elas vou responder a cada uma delas?"


20 de Março de 1992
E aquelas pessoas que não se cansam de levantar testemunhos falsos contra nós?
Mesmo estando nós longe?
Há coisas que cem anos que viva nunca conseguirei entender.

terça-feira, 6 de março de 2012

Coisas que detesto #5

Quando as pessoas se apresentam como Dr/ Dra. X (*). 
A menos que sejam Asperger.


(*) dependendo da pessoa costumo fazer a piada que o meu primeiro nome é C., a ver se se tocam...

A voz às crianças #4

F.: quando eras pequena querias ser assim?
Eu: assim como?
F.: assim como tu és agora!... vestires-te assim com saltos altos "à mãe" e com as unhas pintadas, e depois teres que te sentares no chão a brincar comigo


F.
Sexo masculino
8 anos e meio
Cognome: F., o astuto

Manias #8

Ver as horas no telemóvel e marimbar-me literalmente para o relógio de pulso. Mero acessório. Até pode andar sem pilhas que nem percebo!

No supermercado #4

Eu: queria 200 gramas de fiambre por favor?
Sra. Funcionária: só?
Eu: sim.
Sra. Funcionária: mas só?
Eu: siiiiiim.
Sra.Funcionária olha-me com cara inquisidora como quem não está satisfeita com a resposta.
Eu (respiro fundo): Sim, só quero fiambre. E sim, só quero 200 gramas.
Sra.Funcionária (sorri): nada como termos tudo esclarecido desde o início.


Gosto pouco de pessoas com a mania que têm piada.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Touchè #2

Ele: apetecia-me ir embora.
Ela: e então porque não vais?
Ele: porque a ti não te apetece que me vá.

Quando era miúda queria... #2

... ter cabelo comprido. E liso.
Agora apanho-me algumas vezes com saudades dos meus caracóis bem formados.

Coisas que detesto #4

Ter expectativas.
Detesto. Bastante.
Mas detesto mais quando sei que não as devia ter, "capacito-me" que desta vez não vou esperar nada e caio na "esparrela" de me desiludir... over, and over.

Segunda feira

Não tem o impacto de outrora. Infelizmente, diria eu.
Sendo na mesma dia de trabalho, no geral, é a meio gás.
No entanto, as últimas segundas não têm sido muito boas.
Não sei se é por isso que hoje me sinto angustiada.
Nem sei se me sinto angustiada por fisicamente não me sentir muito bem.
Nem sei se o fisicamente não me sentir bem não se prenderá com o estar angustiada.
Só sei que é segunda-feira e eu não me sinto muito bem.
Preferia quando era segunda-feira e "apenas" me custava porque era uma nova semana de trabalho.

domingo, 4 de março de 2012

Time gap

Argentina. Século XX. Décadas de 60/ 70.
Portugal. Século XXI. 2012

All Cats Have Asperger Syndrome #4

Manias.
Todos os gatos têm. Manias que se tornam rotinas.
A da Maria Mia é beber água do bidé. Aproveita que alguém vai à casa de banho, salta para lá, senta-se, olha para nós e mia, olhando depois fixamente para a torneira e controlando ao mesmo tempo os nossos movimentos.
Esta imagem representa bem o teatro que faz quando não consegue antecipar os nossos passos (em geral chega antes de nós à casa de banho e já lá está à espera quando entramos, ou então à porta) e tenta a todo o custo entrar por lá "adentro", como um animal em fúria!

Manias #7

Ler deitada no sofá. A comer chocolate.

No supermercado #3

Sra.1: Olha, como era a música daqui? Nunca mais ouvi na tv o reclame.
Sra.2: Não vês que eles agora mandam o dinheiro para a Holanda?
Sra.1: E então? Não têm para fazer reclames?
Sra.2: Se calhar não... devem gastar tudo em portes*.


(*não disse bem isso... apenas uma palavra ininteligível, mas era certamente esta que queria dizer. Disse qualquer coisa como "saportes")

sexta-feira, 2 de março de 2012

Short Message Service #33

Confirma-se: um pau de vassoura no banco do FCP serve.
Pró ano vamos conter as despesas, sim Sr. Presidente?
Nada de contratar treinador principal! Assim fica-se com o dinheirito para contratar bons jogadores, ok?

quinta-feira, 1 de março de 2012

Dilemas de uma doméstica à força #1

Chegar a casa depois de uma ida sempre agradável a entidades estatais.
Vestir roupa confortável de andar por casa, desgrenhar o cabelo, calçar pantufas.
Colocar uma máquina de roupa de cor a lavar (ora bem, aproveitar antes que venha chuva; logo a comida vai ser a vapor não há cá cheiros que se entranhem mesmo com a porta da lavandaria fechada; junto à roupa que está para passar e já gasto menos energia passando tudo de uma vez -raios mais o ferro de caldeira e os seus gastos, não obstante a eficácia da coisa!).
Sentar-me em frente ao computador para começar a organizar coisas de trabalho que tenho pendentes, pagar contas, entre outras coisas.
Rabo instalado mensagem recebida: "o seu equipamento está pronto e pode vir levantá-lo blá, blá, blá..."
Raios e coriscos.

Hoje vou escrever sobre Deus... mas mais logo

Agora tenho de ir aturar os ditos funcionários públicos mal-encarados e lixados com a vida, que gostam de sonegar informação e pôr a malta em sarilhos.
Ufa!

Já tenho de pôr gasolina outra vez?

Nem há uma semana pus gasolina (ok, não atestei o depósito, mas ficou com 75% dele) e agora já tenho de voltar a atestar o bicho?!
O pior é que gastei parte dele em deslocações da treta (mas em zonas de trânsito furioso) para ouvir funcionários públicos mal encarados e que não explicam as devidas situações aos utentes!!!! 
Bah!

1 de Março

Ok, agora começa o "ano normal" porque o "dia a mais" foi ontem.
Siga!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Dicionário da Mesmica #2

biltre 
(francês bélître, mendigo)

adj. 2 g. s. 2 g.
Que ou quem é desprezível.


Na frase: "Os órgãos do estado são uns biltres e contribuem para a passividade do povo através da desinformação e assim o ultrajar para disso poderem beneficiar."

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Fases complicadas

Parece que acontecem as coisas todas ao mesmo tempo.
Tudo o que tem que ver com emprego, despesas, contribuições.
Estou farta. Estou cansada. Só me apetece desaparecer.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Como é que eu sei que o meu homem é psicologicamente saudável #1

Exorciza os seus desalentos futebolísticos (eheheheheheheh) através do humor, do photoshop ou na criação de memes.

Meanwhile in Austrália

O day after do fim do mundo.

Memória selectiva

Até me tenho portado bem. 
Duas grandes caminhadas em dois dias seguidos.


[Depois lembro-me que em dois dias emborquei um Cadbury. Inteirinho. Só eu. No bucho. Para não falar do bolo de mousse de chocolate.]

Coisas que se descobrem a fazer zaping #1

1. Que existe uma equipa de andebol que se chama "Xico Andebol".
2. Que existe manteiga de trufa.
3. Que o "Pai À Força" é brindado com alta definição na RTP1HD.
4. Que existe uma 6ª "Academia de Polícia".
5. Que tenho os seguintes canais: ucraniano, russo, romeno, búlgaro, chinês.
Ele: Posso olhar-te em silêncio? Sem falar?
Ela: não te deixes enganar. Os teus olhos falam.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

No andar de cima #1

No andar cá em cima vive uma família: um casal e um filho, rapaz.

A mãe usa sapatos de salto durante todo o dia, desde as sete da manhã. E grita muito. Com o filho. Com o marido. Com a vida. Aquela cara nunca me enganou  sempre que nos cruzámos na garagem. Se há uma mulher de mal com a vida neste prédio não sou eu. Como ela tem emprego e alto carrão (melhor do que o do homem, diga-se!), ou aquilo é feitio ou então algo na vida daquela senhora não anda mesmo bem.
O pai só se ouve quando há discussões e se vitimiza "tratas-me como um cão" ou "queres que me vá embora é?".
O puto deve ter cerca de 10 anos porque só justifico andar a tocar flauta a toda a hora como se não houvesse amanhã, por ter entrado no 5º ano e ainda andar entusiasmado com a coisa (começou este ano lectivo). Também faz algum barulho. Principalmente quando anda a correr qual cavalo selvagem pela casa toda. Quer dizer, pela casa toda não será. É mesmo aqui em cima da sala de estar onde me encontro.
Isto tudo porque agora há uma festarola lá em cima, andam a correr à bruta, falam alto e não me parece que estejam a festejar o empate do benfica...

No supermercado #2

Junto dos legumes
Estou eu a escolher uns brócolos e ouço uma conversa entre duas senhoras (presumivelmente irmãs):
1ª: Que dizes? Levo duas courgettes?
2ª: Já sabes que não gosto, mas faz o que quiseres.
1ª: Ok, levo duas courgettes e um pepino, pronto.


Metacomunicação é o que é.
É para nem tentar perceber.

Manias #6

Assim que escurece lá fora, mesmo escuro, com candeeiros de rua acesos, fecho as persianas.
Mas só no Inverno.

Coisas que detesto #3

Filas de supermercado. Aquelas com que nos deparamos muitas vezes nas caixas, para pagar.

Quando era miúda queria... #1

... ter aprendido a tocar piano.
Mas admito publicamente a minha dureza de ouvido.

All Cats Have Asperger Syndrome #3

Ou então mesmo em cima da nossa almofada, ao lado da nossa cabeça, com o rabo bem encostado ao nosso nariz.

Damn it #10

Um simples leitor de cartão de cidadão cuja existência eu desconhecia há uma semana está esgotado na Worten e Vobis.
Esgotado.
Há coisas que me intrigam.
Ou este país tem muito profissional independente a bater perna por aí.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Post nostalgia #4

Hoje de manhã ao ver o facebook encontrei uma "declaração de amor" de uma pessoa muito especial. Uma declaração de amor à família, aos entes queridos que partem e nos deixam coisas boas e que continuam a iluminar as nossas vidas através das suas memórias, do que deixaram dentro de nós na nossa personalidade, no nosso sorriso, no nosso choro, no que somos.
Felizmente não perdi muitos entes queridos ao longo da minha vida. Pelo menos daqueles muito próximos. A perda há sete anos de uma tia materna e de um primo, filho dessa tia, foi um choque para a família. Para mim. Para a minha mãe, que perdeu a sua irmã mais velha, a sua segunda mãe.
Os meus avós maternos não conheci e estão dentro de mim através do que a minha mãe é e das suas próprias memórias emocionadas quando fala deles. Perdeu a mãe com 15 anos. O pai morreu dois meses antes de eu nascer. Momentos difíceis. Nunca conheci bisavós deste lado da família.
Do lado paterno ainda tenho avó, bem velhinha já. E envelheceu em dois anos. Assim, de repente. Olho para ela e vejo a apagar-se. No entanto, pela personalidade, pelo que foi, pelo que deu aos outros, não é aquela pessoa que marca a família. Pelo menos não da forma mais positiva. Mas reconheço-lhe contudo características boas. Que me deixam vaidosa. Mulher forte, não se deixava abalar. Em momentos de crise punha a mão na anca e levava tudo à sua frente. Numa semana perdeu mãe e marido. Difícil. Muito. Nem quero imaginar. Forte. Mas pobre de afectos... filha de uma bisavó afectiva. Há coisas que não se percebem. Lembro pouco dessa bisavó.
Depois há o avô paterno. Tinha 5 anos quando ele morreu mas as memórias ficam para a vida. As memórias que tenho dele. As memórias que o meu pai, filho, vai perpetuando em mim. As memórias que a minha mãe vai perpetuando em mim (amava o sogro como a um pai, tenho a certeza disso). E os meus tios. Diria que o meu avô ainda hoje faz parte das nossas vidas. Dos filhos e dos netos. É um marco na nossa vida. Mesmo da neta que quando ele morreu tinha dois anos. Depois da morte dele não nasceram mais netos. Conheceu-os a todos. Eu fui a primeira rapariga, menina dos olhos dele. Lembro-me dele apoiada em fotos, em testemunhos de outrém, em memórias difusas dele com um riso malandro e peculiar a dar-me sugos e eu a agarrar-me às pernas dele (chiça, ainda me emociono a lembrar e a escrever isto). Entre a família ele é inatingível. Ele e a sua mãe, a "avó velhinha" de quem bem me lembro e que sobreviveu dois anos ao filho e isso terá sido demais para ela. São aquelas duas pessoas especiais porque são transversais às memórias de todos. Filhos e netos.
Ocorre-me muitas vezes o que teria acontecido se vivesse mais anos. E tenho medo do que penso. Tenho medo de pensar que quando as pessoas morrem na nossa idade da inocência são sempre boas. Cristalizamos ali nas nossas memórias delas. Depois lembro-me do que o meu pai e tios falam acerca do pai e sossego.E sinto falta. Muita. Daquele avô, o meu "bu Zé". E dou por mim a pensar que ele tinha tanto amor para dar que o coração dele não aguentou. 

PlayList #17 ou Parabéns Pablo Milanès




Pablo Milanés (Bayamo24 de Fevereiro de 1943
(a qualidade vídeo é péssima, mas a música vale tanto a pena...)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Olha, é a minha cara! #9








Carolina Herrera Primavera/ Verão 2012
(Estes são só alguns, mas a maior parte é a minha cara. E o que não é a minha cara, é giro na mesma... Ai, que perdição... É ver com os próprios olhinhos. Aqui: Moda. CH Carolina Herrera. Colecções. Enjoy!)

Porque nunca iria ao Elo mais Fraco ou a qualquer um destes concursos:

- não sou telegénica;
- não gosto de me expor;
- sentiria uma vergonha imensa se, com os nervos, não dissesse que o género literário pelo qual ficou conhecido o Vinicius de Moraes era a poesia (ou coisas do género);
- porque já me bastam as minhas feridas narcísicas e não quero mais nenhuma de momento;
- porque tenho mau perder;
- não gosto de expor as coisas em que sou ignorante.

Damn it #9

Este tipo de notícias só devia aparecer quando eu tivesse um ordenado fixo e direitinho ao fim do mês.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

PlayList #16


(Porque hoje é quarta-feira de cinzas.)

Short Message Service #32

Evitar durante anos subidas a pique em paralelo.
Partir o tlm e ter de o ir levar a "cascos de rolha" (ok, era aqui numa freguesia ao lado, mas era terra desconhecida pour moi).
Enganar-se no caminho. Pensar "não faz mal que o tlm tem gps". Demorar dois segundos a lembrar que esse tlm era o que ia para arranjar.
Andar perdida por quelhos agrestes.
E lá estava a subida. A pique. Em paralelo. Com um belo de um STOP lá no cimo.

Here I go

Já pus a armadura.
Agora vou ali ensaiar o meu melhor sorriso.
Depois saio.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Ela só queria ser o centro do mundo dele.
Ele explicou-lhe que só ele podia ser o centro do mundo dele.
Ela mandou-o bugiar.
Ele passou a estar sozinho no centro do mundo dele.

Coisas que detesto #2

Ter de levantar cedo para ir para um sítio que não quero ir.

Epifanias #2

Tenho para mim que a decisão do fim da tolerância de ponto no Carnaval  teve que ver com vinda da Troika hoje ao parlamento.
Não queriam ficar eles a trabalhar sozinhos.

Inspirações facebookianas #5

Pensei em mascarar-me de Aníbal mas tive medo que os putos me batessem.


                by Luís C.

PlayList #15

Short Message Service #31

Ora o Benfica perdeu.
Ora estamos dependentes só de nós para ainda podermos ser campeões.
Ora "nós" é também o V.P.
E assim em três linhas acaba-se a esperança!

Carnaval

Além de para mim não ter piadinha nenhuma, ainda por cima não tem nenhum doce típico.
Tristeza de festa, tão fraquinha!

21 de Fevereiro


Nina Simone (21 de Fevereiro de 1933 – 21 de Abril de 2003)
Ele: gostava de ficar contigo para sempre.


Ela: então fica.

Short Message Service #30

Ver o Prós e Contras de hoje está-me a dar dores de cabeça.
E não é pelos gritos da Fatinha.
Nem os convidados são propriamente barulhentos como os senhores da energia da semana passada.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Short Message Service #29

Acho que o Lucho está a levar a sério ser uma espécie de VP dentro do campo.
Para já, já deixou crescer também uns pelitos debaixo do lábio inferior.

Meanwhile in Africa

Coisas que detesto #1

Daquelas mães ou pais que estão com os filhos em algum sítio e avisam as crianças que elas, por exemplo, não podem baloiçar-se na cadeira porque podem cair; quando elas acabam por cair e aleijar-se a sério, ainda lhes dão uma palmada e dizem "bem-feita! eu avisei-te".
Segurar na cadeira que é bom, 'tá quieto.
Pegar ao colo na criança que caiu, 'tá quieto.
Ser PAIS que é isso que devem ser, 'tá quieto.

Benditos reflexos

Esta que vos escreve ia desta para melhor há menos de meia hora.
Isto porque esta vos escreve arrancou quando um semáforo ficou verde, virando para a direita.
Mas esta que vos escreve ia desta para melhor porque houve um anormal que não parou num vermelho. Antes acelerou e quase se enfaixou em mim, não tivesse eu virado para a berma.
Agradeço não haver nenhum peão a passar na altura (que eu teria atropelado), haver berma, eu ter olhado para o retrovisor e ver o "assassino" quase em cima de mim.
Há segundos assim. Aí sabemos que aquela não é a nossa hora.

A vida fez por mim o que eu devia ter feito há muito.

Quando leio isto
Ou então este aqui.
Também este.
E quando me lembro de coisas como esta.
Entre tantas outras...


Pergunto-me: porque é que EU é que me pus a jeito de ficar nesta situação agora (à espera da resposta que não vem) e não bati com a porta e não mandei aquele sítio à merda? (eu sei, porque apesar do covil de cobras, da falta de respeito constante pelo meu trabalho, eu gostava do que fazia dentro do gabinete, com os miúdos, via resultados, ajudava verdadeiramente os médicos a perceberem o caso, via-os a melhorar, melhorava também eu como pessoa)
E também, quando lembro/ leio estas coisas penso: nunca consegui ser feliz naquele sítio, por isso, esta talvez tenha sido uma dádiva da vida para mim, para mudar o que eu nunca gostei/ aguentei.
E então sorrio e tenho esperança no futuro.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Manias #4

Quando eu (ou alguém que está perto de mim... que até pode ser na tv) diz uma frase que associo a uma letra de música, eu continuo a cantar essa música, exactamente a partir o momento em que a frase dita/ ouvida termina.
Algumas que me lembro de ter cantado ultimamente:
1. "quando olhaste...", eu continuo: "...bem nos olhos meus, e o teu olhar era de adeus... blablabla..." (Música: Atrás da Porta, Chico Buarque)
2. "at words..." -» "...poetic, i'm so pathetic, that I always have found it best..."(Música: You're the top- Cole Porter)
3. "never say..." --»"...goodbye, never say goodby-y-e..." (Música: Never say goodbye- Bon Jovi)*


*não enganei ninguém e não disse que só cantava música erudita ou de que gostava. Estas parolices entram no ouvido e depois saem nas piores alturas!! É como ligar o carro e estar a dar uma música manhosa. Entre pôr o cinto, ligar o aquecimento (brrrrrrrr, agora tem estado frio) e pôr o tlm à mão, a pimbice já nos entrou pelos ouvidos dentro e não há nada a fazer. Mesmo que de seguida mudemos para a Antena 2, havemos de ficar o dia inteiro com a p*** da música. A última vez que me aconteceu tal foi com uma inenarrável música do Bryan Adams que às tantas já nem me lembro, mas aposto que se a ouvisse agora, passaria a noite toda a traulitá-la (p'ra longe vá  o agoiro, chiça!)

Meanwhile in UE

Conversas que se apanham em transportes públicos #1

Porque não se apanham apenas doenças!
Esta foi no metro no outro dia. Sentei-me ao lado de uma mãe e de uma filha, adolescente, com cerca de 15/16 anos. A mãe estava vestida com muito estilo, num casual chiq. A adolescente trazia a "indumentária" de qualquer adolescente actual (a sério, parece farda... anda tudo igual), com pouca roupa apesar do frio, com os auriculares caídos sobre a camisola, sempre a mandar sms's pelo telemóvel e a mascar chiclet.


Mãe: Primeiro vamos à loja a ver se o vestido te serve e só depois vamos ver o resto.
Filha: que resto?
Mãe: os sapatos, os acessórios. Essas coisas.
Filha: 'tá bem. Mas eu gostei do vestido verde.
Mãe: não, esse não te favorece. A cor não condiz com a tua pele M., nem com este tom que tens agora no cabelo. E depois como tens poucas mamas, não podem ter aquele corte, não te favorece aquele decote!... E tem de ser mais curto porque tens umas pernas altas e longas e tens de valorizar isso no teu corpo.
Filha pára de escrever no tlm, olha para a mãe e diz: fogo! porque é que não és como as outras mães?
Mãe: como?
Filha: como? veres-me como um bebé ainda! Acho que tu queres mais que eu cresça do que eu. (baixou os olhos para o tlm, pôs auriculares nos ouvidos e continuou assim o resto da viagem).

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Manias #3

Jantar na sala. De tabuleiro. No sofá. A ver uma sitcom.
Agora andamos numa de rever "Uma Família às Direitas" do impagável Archie Bunker.

A sabedoria dos clássicos #2

"But beauty, real beauty, ends where intellectual expression begins. Intellect is in itself a mode of exaggeration, and destroys the harmony of a face."

Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray