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domingo, 20 de novembro de 2011

Wish List #1

Estamos praticamente no Natal.
Estamos completamente em crise.


Mas aos sonhos a Troika não põe taxas (para já!).
Assim sendo, cá vão alguns deles, um a um, em lista:







1. The great caper, J. Crew


2.  Amina, by Jimmy Choo





3. Heart  Pen USB, Swarowsky

Meanwhile in Spain...

sábado, 19 de novembro de 2011

And the winner for the Captain Obvious Award is... #1


Moi.
Por isto.


Thanks! Agradeço sobretudo à previsibilidade da incompetência do Sr. Vítor Pereira.

Porque ele há palavras certas nos momentos certos!

Celine: You know I'm happy you are saying that, I mean I always feel like a freak because I'm never able to move on like... (snap her fingers) ...this! You know. People just have an affair or even entire relationships. They break up and they forget! They move on like they would have changed a brand of Cereals! I feel I was never able to forget anyone I've been with. Because each person have their own specific qualities. You can never replace anyone. What is lost is lost. Each relationship, when it ends, really damages me. I never really recover. That's why I'm very careful with getting involved because it hurts me too much... or even getting laid, I actually don't do that. I will miss of the person the most mundane things. Like I'm obsessed with little things. Maybe I'm crazy... When I was a little girl, my mom told me that I was always late to school. One day she followed me to see why. I was looking at chestnuts falling from the trees and rolling on the sidewalk, or ants crossing the road, the way a leaf casts a shadow on a tree trunk. Little things. I think it's the same with people. I see in them little details, so specific to each of them, that move me, that I miss, and will always miss. You can never replace anyone because everyone is made of such beautiful specific details.
---Pause---
Celine: You know, like I remember the way your beard had a bit of red in it and the way the sun was making it glow in the morning right before you left. I missed that. S**t, I'm really crazy!
Jesse: Now I know for sure why I wrote that stupid book - so that you might actually show up at a reading in Paris and I'd walk over to you and ask, "Hey, where the f**k were you?"
Celine laughs.

Short Message Service #2

O FCP vai jogar e não me apetece ver.

Pub #1

Arte Branca, Panificação Lda.
Rua Sousa Aroso 173
4450-289 MATOSINHOS


Ali mesmo entaladinha entre a Brito Capelo e a Brito e Cunha, em Matosinhos Sul.
Recomendo os pães de noz e os húngaros (também foi o que experimentei de lá), mas vou investigar mais.

A/c do povo de Lisboa e arredores:

Já sabem o que vão fazer dia 4 de Dezembro à tarde?
Eu imagino! Provavelmente vão andar a contar os trocos das compras de natal, a saltitar de loja em loja a escolher os presentinhos! 
Pois bem, nesse dia especificamente (nos outros também!) saiam à rua, fujam dos centros comerciais que vão começar agora na época dos constrangimentos (sem estacionamentos, sem paciências, sem limites) e vão para a baixa! 
1. Os mais chiques podem começar a percorrer a Avenida da Liberdade que tem lá muito boa loja, continuem por ela abaixo e mesmo ali no Rossio, toca a fazer o desvio para o Chiado e para a sua FNAC (esse sítio não conta bem como centro comercial, porque a verdade é que são umas galeriazitas);
2. Os mais alternativos comecem no Bairro Alto e a vantagem é que depois é sempre a descer. Parem no Bérnard para comerem por mim um dos seus croissants de ovo (ou de chocolate, ou os dois! Nham!) e ala por aí abaixo e só parem na FNAC;
3. Ou seja, no dia 4 de Dezembro todos os caminhos em Lissabon terminam na FNAC às 17h.


Passo a explicar: lançamento do livro de um amigo e ex-chefe, Miguel Carvalho, sobre o Sr. Feteira (sim, esse que nós, comum dos mortais, só passou a ter conhecimento dele por causa da sua senhora, ex-concubina, assassinada, dizem lá pelo Brasil pelo Duarte Lima). O convite está aqui, apareçam! O rapaz é bom moço e simpático :)


Boas compras!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Damn it #1

Em casa numa sexta à noite não se pode contar com a televisão para nada!!  MEO rico dinheirinho!!!!

Sinto-me a trair a Mafaldinha que há em mim quando... #1





... me lambuzo com satisfação com o meu creme de feijão branco, "polvilhado" de croutons e queijo parmesão ralado.

Quando o telefone toca #1- Os Delegados de Propaganda Bancária

Quando o telefone toca e é do banco, dá-me vontade de desligar logo na cara da pessoa. Não o faço porque sou uma pessoa educada! 
Depois de ter cometido o harakiri de pegar no telefone e clicar no devido botão, atendendo a 167ª chamada com número privado (sim porque primeiro tentam um nº que qualquer débil topa logo que é de empresa com não sei quantos zeros no fim!), levar com uma linguagem hermética (a sério? fazem de propósito para não percebermos puto, certo?), enquanto vou dizendo impropérios para dentro e chamando-me "burra" com uma insistência tal que passo a acreditar, acabo sempre com um simpático "ah sim, parece-me bem, mas tenho de falar com o meu marido, as decisões tomam-se a dois cá em casa" (uso isto para não insultar a pobre pessoa do lado de lá que apenas está a cumprir o seu trabalho e que se calhar nem gosta daquilo e muito menos se pode recusar a fazer de delegado de propaganda bancária a bem das suas contas mensais para pagar). Depois estou semanas sem voltar a atender telefonemas desses, até cair no logro outra vez!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

E que tal uma Pink Vigarista a 76 cêntimos?


Ou uma Penélope charmosa? Ou mesmo Apuros em Miami? Tudo a 76 cêntimos.
Passo a explicar:
1. A Risquè é uma marca de vernizes made in Brasil.
2. Tem uma escolha, digamos, interessante de nomes para os seus "esmaltes".
3. Numa qualquer loja de chineses cá na santa terrinha (local onde extraordinariamente vendem coisas muito mais baratas do que numa qualquer outra loja, havendo, no entanto, comentários globalmente difundidos entre o gentio de que: (a) o material não presta; (b) contrafacção; (c) engodo para o indivíduo ir à loja e depois ser raptado por ninjas chineses que o atordoam, abrem e retiram órgãos e deixando-os num canto qualquer de um armazém a esvair-se em sangue) cada um custa cerca de 2,5€.
4. O valor numa qualquer outra loja será sempre superior a isso.
5. No Brasil são vendidos a 76 Cêntimos, após a devida conversão monetária.
6. Os chineses ganham mais de um euro e meio por cada frasquinho.
7. As outras lojas ganham mais.
8. Eu ganho por ter amigas que vão ao Brasil e me trazem Pinks Vigaristas, Carmins, Beijos e Penélopes Charmosas, num total de 8 de uma assentada.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Short Message Service #1

É cada vez mais difícil ficarmos incontactáveis.

E viva o revivalismo (ou como as Colibri podem ser vingadas)


Eu sou do tempo em que as galochas colibri faziam as delícias dos infantes deste Portugal afora. Para quem não sabe (procurei no google e não encontrei imagem), tratava-se de umas galochas verde sapo a simular a própria cara de um sapo, com olhos esbugalhados e tudo. Aliás, a infância dos nascidos em 70 foi bastante marcada por sapos, ele era o Cocas, ele era as colibris. Por isso acho que ainda continuámos umas românticas e lá vem a analogia de beijar um sapo e transformar num príncipe, etc, etc. Mas adiante... Uma das tristezas da minha infância é nunca ter tido umas. Andavam os putos todos com aquelas coisas que eu achava "super fixes" (sim, sou do tempo que dizer fixe era supercool e ainda não estava associado ao slogan Soarista e de um bom par de anos mais tarde. Mas, adiante outra vez, que estes devaneios têm de ser controlados!) e eu de bota ortopédica para pôr o pézinho direito, como se eles estivesse torto em algum lado! Agora há uns anitos a esta parte reemergiu a moda das galochas. Muito mais interessantes, coloridas, sem olhos esbugalhados e menos monocromáticas. Sinto-me vingada com este revivalismo. Mas mais vingada me sentirei quando puder comprar várias para fazer pandan (pendant, ou lá como é, que o que interessa é parecer chique, mas podia ter logo arrumado com um simples "para combinar) com as roupichas de Inverno!
Vou ali à loja e já volto. Fui!

Da sopa instantânea ao magret de pato

Já fui muito blogueira. Outros tempos... Depois fui-me rendendo aos twitters e facebooks desta vida, formato instantâneo, ritmo imediato, impulsividade ao rubro. Estes novos "instrumentos neteiros" mais não são do que a sopa instantânea: é só juntar água e mexer e tem-se uma página cheia, com montes de comentários e apps disto e daquilo.
Não por acaso há uns meses que resolvi armar-me em chef. Comecei a aprimorar os dotes culinários, para gáudio do meu rapaz e para minha satisfação. Senti-me imensamente feliz no dia em que fiz um magret de pato com molho reduzido de vinagre balsâmico (n.b.: o reduzido e o balsâmico dão logo outro ar, não é? que até percebo da poda e sou rapariga para perceber um bocadinho de culinaire).
Este blog é o meu magret de pato. Exige cuidado, atenção, criatividade, gosto, tempo e miminhos. Coincide com um tempo de paragem forçada na vida laboral das 35h/semana. Mas quem disse que parar é morrer? Parar pode ser simplesmente abrandar, investir mais a fundo, fazer um magret au point em vez de uma sopa instantânea :)