... em que apetece GRITAR, olhar para as feridas com comiseração e sentirmo-nos tristes pelos momentos menos bons que passámos.Chamo- lhe os "dias calimero".
....e outros há em que apetece sorrir, agradecer, sentirmo-nos felizes pelos momentos bons que passámos. Chamo-lhes os "dias David".
Apesar de agora os "calimero" serem em menor número, cá andam a passear e encontram-nos ali num virar de esquina. Vindos do nada, por motivo algum (a não ser os de sempre, os mesmos dos dos "dias David"). Num dia como esses o David nem se faria à luta e maldiria Golias. Ainda bem que ele estava num "dia David".
Às vezes gostaria apenas de ter um "dia Cláudia" para saber realmente quem sou.
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
Hoje não é só dia da Mãe
É aniversário de casamento de papis.
39 anos de vida em conjunto, com todos os altos e baixos que 39 anos de vida em conjunto provocam.
Mas continuam lá, juntos.
São um exemplo, não obstante as zangas, as tristezas, os arrufos, as crises.
Porque para lá de cada zanga, tristeza, arrufo e crise, está a força de os combater, resolver, prosseguir e continuar a caminhar em conjunto.
Também quero igual para mim, se faz favor!
39 anos de vida em conjunto, com todos os altos e baixos que 39 anos de vida em conjunto provocam.
Mas continuam lá, juntos.
São um exemplo, não obstante as zangas, as tristezas, os arrufos, as crises.
Porque para lá de cada zanga, tristeza, arrufo e crise, está a força de os combater, resolver, prosseguir e continuar a caminhar em conjunto.
Também quero igual para mim, se faz favor!
Diz que hoje é Dia da Mãe
Poderia escrever muita coisa acerca do dia, da minha Mãe, dos "dias de..." mas não o vou fazer.
A minha mãe não lê o blog.
Acabei de a deixar em casa depois de ter ido almoçar com ela.
Dei-lhe algo que ela precisa. Muito.
E logo ligo-lhe.
Como faço várias vezes por ano.
Na quarta vou levá-la a passear e acho que não é dia da Mãe.
Mas é o dia da minha Mãe.
Assim como todos os outros.
A minha mãe não lê o blog.
Acabei de a deixar em casa depois de ter ido almoçar com ela.
Dei-lhe algo que ela precisa. Muito.
E logo ligo-lhe.
Como faço várias vezes por ano.
Na quarta vou levá-la a passear e acho que não é dia da Mãe.
Mas é o dia da minha Mãe.
Assim como todos os outros.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Coisas que detesto #7
Homens lamechas*.
É que não há paciência.
Já me calharam uns quantos na rifa e deles fugia a sete pés.
Não é que goste dele brutos, mas para lamechas já basto eu, o tpm e sus hormonitas, as poesias e livros que leio e as comédias românticas.
*tb não vou muito à bola com aqueles muito arrumadinhos.
É que não há paciência.
Já me calharam uns quantos na rifa e deles fugia a sete pés.
Não é que goste dele brutos, mas para lamechas já basto eu, o tpm e sus hormonitas, as poesias e livros que leio e as comédias românticas.
*tb não vou muito à bola com aqueles muito arrumadinhos.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
As inquietações
As inquietações dão cabo de mim.
São muitas e por vários motivos.
Sinto-me por vezes a perder o norte... e o sul, e o centro.
Porque tenho que passar por isto?
Sinto-me inquieta. Já disse?
Por vezes sinto-me ali no limiar do adoecer.
E fico irritada por isso.
Acho que ando há muito na corda bamba e os músculos da perna estão prestes a ter cãibras.
Todos sabemos o que acontece quando temos cãibras.
E eu juro que não quero cair!
São muitas e por vários motivos.
Sinto-me por vezes a perder o norte... e o sul, e o centro.
Porque tenho que passar por isto?
Sinto-me inquieta. Já disse?
Por vezes sinto-me ali no limiar do adoecer.
E fico irritada por isso.
Acho que ando há muito na corda bamba e os músculos da perna estão prestes a ter cãibras.
Todos sabemos o que acontece quando temos cãibras.
E eu juro que não quero cair!
sexta-feira, 23 de março de 2012
O porquê de ir a Lisboa arranjar um Mr. Mesmico
Depois que ter lido isto aqui , confirmo o que sempre suspeitei acerca de mim: tenho bom gosto e sou uma gaja a roçar o esperto.
Lá fui eu qual Afonso Henriques por aí abaixo conquistar o meu mouro. E assim que conquistado não sosseguei até o trazer para o meu castelo. Para embelezar as vistinhas, vá...
Lá fui eu qual Afonso Henriques por aí abaixo conquistar o meu mouro. E assim que conquistado não sosseguei até o trazer para o meu castelo. Para embelezar as vistinhas, vá...
quarta-feira, 21 de março de 2012
Sou tão esperta...
... tão esperta, tão esperta, que para evitar a famigerada e divulgada "crise dos 7 anos" das relações (não sei se não é um mito urbano, ou um mito sentimentalóide, daqueles que se propagam que nem praga e depois se tornam profecia de auto-realização), resolvi fazer um reset. Começa a contar do ano 0.
Assim como assim adia-se a crise por mais sete aninhos. À cautela!
Assim como assim adia-se a crise por mais sete aninhos. À cautela!
Dicionário da Mesmica #3
desencanto
(derivação regressiva de desencantar)
s. m.
(derivação regressiva de desencantar)
Desencantamento.
desencantar - Conjugar
v. tr.
1. Quebrar o encanto de.
2. Descobrir, achar (coisa muito escondida ou abandonada em sítio escuso).
3. [Figurado] Tirar a ilusão a.
Desencanto- "Esperar por algo que julgámos inevitável há já uma série de meses e continuar a esperar, desencanta-nos"
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
E foi num dia 2 de Abril que me tornei a pessoa mais importante do mundo para ele...
Não quero ser chatinha e previsível e essas coisas e pôr-me aqui a falar do meu Pai como se não houvesse amanhã, do quanto gosto dele e do quanto agradecida estou por ele ter-me ajudado a ser a pessoa que sou hoje. Ele sabe isso. Mais do que qualquer outra pessoa no mundo.
Mas só vos digo isto:
Amor de Pai é criar um diário desde o dia que nascemos até cerca dos nossos 8/ 10 anos, em que vai escrevendo vivências, experiências, sentimentos meus e de outros que junto de mim estavam.
Amor de Pai é resgatar-nos a memória dos dias pós-parto no enlevo com a figura materna.
Amor de Pai é escrever palavras duras e tristes quando pensava que me estava prestes a perder pouco menos de um mês de ter nascido; e escrever palavras de esperança e de amor quando eu melhorava no berço do hospital.
Amor de Pai é amar incondicionalmente uma filha que nunca pretendeu ter.
O amor de Filha é revisitar esse diário algumas vezes, e emocionar-me, entristecer-me e alegrar-me com aquela que fui e sou aos olhos do meu Pai: a melhor filha do mundo, mesmo sabendo que muitas vezes não o serei.
E este é o maior dos amores, é sermos os melhores para determinada pessoa, mesmo sabendo nós que não o somos...
Mas só vos digo isto:
Amor de Pai é criar um diário desde o dia que nascemos até cerca dos nossos 8/ 10 anos, em que vai escrevendo vivências, experiências, sentimentos meus e de outros que junto de mim estavam.
Amor de Pai é resgatar-nos a memória dos dias pós-parto no enlevo com a figura materna.
Amor de Pai é escrever palavras duras e tristes quando pensava que me estava prestes a perder pouco menos de um mês de ter nascido; e escrever palavras de esperança e de amor quando eu melhorava no berço do hospital.
Amor de Pai é amar incondicionalmente uma filha que nunca pretendeu ter.
O amor de Filha é revisitar esse diário algumas vezes, e emocionar-me, entristecer-me e alegrar-me com aquela que fui e sou aos olhos do meu Pai: a melhor filha do mundo, mesmo sabendo que muitas vezes não o serei.
E este é o maior dos amores, é sermos os melhores para determinada pessoa, mesmo sabendo nós que não o somos...
terça-feira, 13 de março de 2012
Post Nostalgia #6
Tenho saudades da idade da inocência.
Daquela idade em que estamos mais perto de Deus.
Daquela idade em que os papões desapareciam quando a mãe ou o pai ficavam junto a nós.
Daquela idade em que o choro se acalmava num colo.
Daquela idade em que temos o percurso todo pela frente mas nem pensamos nisso, apenas sentimos a existência do momento.
Daquela idade em que estamos mais perto de Deus.
Daquela idade em que os papões desapareciam quando a mãe ou o pai ficavam junto a nós.
Daquela idade em que o choro se acalmava num colo.
Daquela idade em que temos o percurso todo pela frente mas nem pensamos nisso, apenas sentimos a existência do momento.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Touchè #2
Ele: apetecia-me ir embora.
Ela: e então porque não vais?
Ele: porque a ti não te apetece que me vá.
Ela: e então porque não vais?
Ele: porque a ti não te apetece que me vá.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Post nostalgia #4
Hoje de manhã ao ver o facebook encontrei uma "declaração de amor" de uma pessoa muito especial. Uma declaração de amor à família, aos entes queridos que partem e nos deixam coisas boas e que continuam a iluminar as nossas vidas através das suas memórias, do que deixaram dentro de nós na nossa personalidade, no nosso sorriso, no nosso choro, no que somos.
Felizmente não perdi muitos entes queridos ao longo da minha vida. Pelo menos daqueles muito próximos. A perda há sete anos de uma tia materna e de um primo, filho dessa tia, foi um choque para a família. Para mim. Para a minha mãe, que perdeu a sua irmã mais velha, a sua segunda mãe.
Os meus avós maternos não conheci e estão dentro de mim através do que a minha mãe é e das suas próprias memórias emocionadas quando fala deles. Perdeu a mãe com 15 anos. O pai morreu dois meses antes de eu nascer. Momentos difíceis. Nunca conheci bisavós deste lado da família.
Do lado paterno ainda tenho avó, bem velhinha já. E envelheceu em dois anos. Assim, de repente. Olho para ela e vejo a apagar-se. No entanto, pela personalidade, pelo que foi, pelo que deu aos outros, não é aquela pessoa que marca a família. Pelo menos não da forma mais positiva. Mas reconheço-lhe contudo características boas. Que me deixam vaidosa. Mulher forte, não se deixava abalar. Em momentos de crise punha a mão na anca e levava tudo à sua frente. Numa semana perdeu mãe e marido. Difícil. Muito. Nem quero imaginar. Forte. Mas pobre de afectos... filha de uma bisavó afectiva. Há coisas que não se percebem. Lembro pouco dessa bisavó.
Depois há o avô paterno. Tinha 5 anos quando ele morreu mas as memórias ficam para a vida. As memórias que tenho dele. As memórias que o meu pai, filho, vai perpetuando em mim. As memórias que a minha mãe vai perpetuando em mim (amava o sogro como a um pai, tenho a certeza disso). E os meus tios. Diria que o meu avô ainda hoje faz parte das nossas vidas. Dos filhos e dos netos. É um marco na nossa vida. Mesmo da neta que quando ele morreu tinha dois anos. Depois da morte dele não nasceram mais netos. Conheceu-os a todos. Eu fui a primeira rapariga, menina dos olhos dele. Lembro-me dele apoiada em fotos, em testemunhos de outrém, em memórias difusas dele com um riso malandro e peculiar a dar-me sugos e eu a agarrar-me às pernas dele (chiça, ainda me emociono a lembrar e a escrever isto). Entre a família ele é inatingível. Ele e a sua mãe, a "avó velhinha" de quem bem me lembro e que sobreviveu dois anos ao filho e isso terá sido demais para ela. São aquelas duas pessoas especiais porque são transversais às memórias de todos. Filhos e netos.
Ocorre-me muitas vezes o que teria acontecido se vivesse mais anos. E tenho medo do que penso. Tenho medo de pensar que quando as pessoas morrem na nossa idade da inocência são sempre boas. Cristalizamos ali nas nossas memórias delas. Depois lembro-me do que o meu pai e tios falam acerca do pai e sossego.E sinto falta. Muita. Daquele avô, o meu "bu Zé". E dou por mim a pensar que ele tinha tanto amor para dar que o coração dele não aguentou.
Felizmente não perdi muitos entes queridos ao longo da minha vida. Pelo menos daqueles muito próximos. A perda há sete anos de uma tia materna e de um primo, filho dessa tia, foi um choque para a família. Para mim. Para a minha mãe, que perdeu a sua irmã mais velha, a sua segunda mãe.
Os meus avós maternos não conheci e estão dentro de mim através do que a minha mãe é e das suas próprias memórias emocionadas quando fala deles. Perdeu a mãe com 15 anos. O pai morreu dois meses antes de eu nascer. Momentos difíceis. Nunca conheci bisavós deste lado da família.
Do lado paterno ainda tenho avó, bem velhinha já. E envelheceu em dois anos. Assim, de repente. Olho para ela e vejo a apagar-se. No entanto, pela personalidade, pelo que foi, pelo que deu aos outros, não é aquela pessoa que marca a família. Pelo menos não da forma mais positiva. Mas reconheço-lhe contudo características boas. Que me deixam vaidosa. Mulher forte, não se deixava abalar. Em momentos de crise punha a mão na anca e levava tudo à sua frente. Numa semana perdeu mãe e marido. Difícil. Muito. Nem quero imaginar. Forte. Mas pobre de afectos... filha de uma bisavó afectiva. Há coisas que não se percebem. Lembro pouco dessa bisavó.
Depois há o avô paterno. Tinha 5 anos quando ele morreu mas as memórias ficam para a vida. As memórias que tenho dele. As memórias que o meu pai, filho, vai perpetuando em mim. As memórias que a minha mãe vai perpetuando em mim (amava o sogro como a um pai, tenho a certeza disso). E os meus tios. Diria que o meu avô ainda hoje faz parte das nossas vidas. Dos filhos e dos netos. É um marco na nossa vida. Mesmo da neta que quando ele morreu tinha dois anos. Depois da morte dele não nasceram mais netos. Conheceu-os a todos. Eu fui a primeira rapariga, menina dos olhos dele. Lembro-me dele apoiada em fotos, em testemunhos de outrém, em memórias difusas dele com um riso malandro e peculiar a dar-me sugos e eu a agarrar-me às pernas dele (chiça, ainda me emociono a lembrar e a escrever isto). Entre a família ele é inatingível. Ele e a sua mãe, a "avó velhinha" de quem bem me lembro e que sobreviveu dois anos ao filho e isso terá sido demais para ela. São aquelas duas pessoas especiais porque são transversais às memórias de todos. Filhos e netos.
Ocorre-me muitas vezes o que teria acontecido se vivesse mais anos. E tenho medo do que penso. Tenho medo de pensar que quando as pessoas morrem na nossa idade da inocência são sempre boas. Cristalizamos ali nas nossas memórias delas. Depois lembro-me do que o meu pai e tios falam acerca do pai e sossego.E sinto falta. Muita. Daquele avô, o meu "bu Zé". E dou por mim a pensar que ele tinha tanto amor para dar que o coração dele não aguentou.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Decisões para 2012 #4
Não partilhar com seres cujo genótipo tem um y:
- desânimos,
- dúvidas existenciais,
- tristezas,
- desesperanças,
- injustiças sentidas na pele,
-...
- sentimentos, vá.
- desânimos,
- dúvidas existenciais,
- tristezas,
- desesperanças,
- injustiças sentidas na pele,
-...
- sentimentos, vá.
A propósito de amanhã ser dia 14 de Fevereiro...
...logo, dia dos namorados e isso, tenho uma proposta a fazer:
porque não instituir o dia 13 de Fevereiro como o dos Forever Alone?*
* note-se que uma pessoa podia festejar os dois dias: conhecer alguém nos festejos da foverer_alonezice, tornarem-se namorados (por estes dias é tudo tão instantâneo porque não um namoro?) e festejar logo a seguir o dia dos namorados.
porque não instituir o dia 13 de Fevereiro como o dos Forever Alone?*
* note-se que uma pessoa podia festejar os dois dias: conhecer alguém nos festejos da foverer_alonezice, tornarem-se namorados (por estes dias é tudo tão instantâneo porque não um namoro?) e festejar logo a seguir o dia dos namorados.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Short Message Service #22
Voltei a acreditar no futebol romântico, de amor à camisola, de lugares de sonho.
Ainda é mais bonito voltar a acreditar através de um portista que só por mero acaso do destino nasceu em Buenos Aires :)
Bem vindo El Comandante!
Ainda é mais bonito voltar a acreditar através de um portista que só por mero acaso do destino nasceu em Buenos Aires :)
Bem vindo El Comandante!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Porque hoje é dia 20 :) #3
Uma viagem de comboio. Uma espera no cais. Um hotel. Reviver o passado de um amor do presente e do futuro :)
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